Mentoria executiva de liderança
Acompanhamento de quem lidera. Para o gestor recém-promovido que virou chefe da própria antiga equipe, e para o diretor que já não sabe por que o time parou de responder.
Falar sobre a mentoria →Palestrante há mais de 15 anos. Levo para dentro das empresas a disciplina de quem comanda e a escuta de quem cuida.
“Transformo equipes desengajadas em times que vestem a camisa.”
É o teto de multa noticiado para empresas que descumprirem as novas regras da NR-1 sobre gestão de riscos psicossociais.
A norma trouxe a saúde mental para dentro do programa de gerenciamento de riscos. Deixou de ser assunto de campanha de outubro e virou item de fiscalização, com penalidade administrativa para quem negligenciar.
Só que a norma é o piso, não o objetivo. Equipe adoecida não entrega. Líder despreparado adoece a equipe. E nenhuma multa cobra tão caro quanto o resultado que não veio, o talento que pediu demissão e o clima que ninguém mais consegue consertar com reunião.
O trabalho começa antes disso: entender o que está acontecendo com as pessoas e devolver ao gestor um plano que ele consiga executar.
Base normativa: NR-1 (Ministério do Trabalho e Emprego) — gerenciamento de riscos ocupacionais, incluídos os riscos psicossociais.
Na farda, do lado esquerdo, a estrela de oficial. Do lado direito, o Ψ da Psicologia. São as duas metades do mesmo trabalho — e é raro encontrá-las na mesma pessoa.
Entrei como soldado em 2006 e cheguei a Major. São vinte anos aprendendo na prática o que sustenta uma equipe sob pressão: hierarquia que funciona, ordem que se cumpre porque faz sentido e liderança que aparece justamente quando o turno vira.
Psicologia organizacional e saúde mental no trabalho. É o que me permite olhar para um time desengajado e enxergar causa em vez de culpado — e entregar ao gestor um diagnóstico que ele consegue usar já na segunda-feira.
Consultor de gestão não tem a farda. Psicólogo de consultório não tem o comando. A conversa muda quando quem entra na sala tem os dois.
Quatro formatos. Todos começam com a mesma pergunta: o que, exatamente, está acontecendo com a sua equipe?
Acompanhamento de quem lidera. Para o gestor recém-promovido que virou chefe da própria antiga equipe, e para o diretor que já não sabe por que o time parou de responder.
Falar sobre a mentoria →O treinamento que dá nome ao meu trabalho, aplicado dentro da empresa, com a equipe real e os problemas reais dela — não com casos de livro.
Levar para a minha equipe →Convenções, SIPAT, encontros de liderança e aberturas de ano. Mais de quinze anos de palco, do pátio do quartel ao auditório de empresa.
Consultar data →Levantamento dos riscos psicossociais, plano de ação e capacitação das lideranças. O que a norma exige, feito de um jeito que a empresa realmente aproveita.
Falar sobre a NR-1 →Cultura
de Dono
Vestir a camisa não é discurso de posse nem frase na parede da recepção. É o que acontece quando a pessoa entende o que o trabalho dela sustenta, sabe exatamente o que se espera dela e confia em quem manda. Nada disso se resolve com campanha interna.
Ingresso na Polícia Militar de Rondônia, como soldado.
Psicologia. Área escolhida: organizacional e saúde mental no trabalho.
No palco, como palestrante — desde antes de saúde mental virar pauta de RH.
Major Psicóloga da PM/RO e à frente da MN Soluções em Saúde Mental Corporativa.
A primeira conversa é direta: você descreve o que está acontecendo com a equipe e eu digo o que dá para fazer, em quanto tempo e em qual formato.
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